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TSE homologa 13 candidaturas à Presidência; Pablo Marçal concorre sub judice

O Tribunal Superior Eleitoral homologou 13 candidaturas à Presidência da República, incluindo a de Pablo Marçal, que concorre sub judice devido a uma condenação de inelegibilidade até 2032.

TSE homologa 13 candidaturas à Presidência; Pablo Marçal concorre sub judice

Previa: O Tribunal Superior Eleitoral homologou 13 candidaturas à Presidência da República, incluindo a de Pablo Marçal, que concorre sub judice devido a uma condenação de inelegibilidade até 2032.

Nesta sexta-feira, 4 de setembro de 2026, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) oficializou o registro de 13 candidatos à Presidência da República para as eleições deste ano. Entre os nomes homologados, destaca-se o empresário Pablo Marçal, do PRTB, que, apesar de sua inelegibilidade, poderá participar da campanha e aparecer nas urnas.

Marçal concorrerá sub judice, o que significa que ele ainda tenta reverter a decisão que o tornou inelegível. O número que será atribuído a ele nas urnas será o 28, permitindo que ele continue suas atividades de campanha enquanto aguarda uma decisão final do tribunal.

Quem está na disputa

Além de Marçal, outros candidatos também tiveram seus registros homologados pelo TSE. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que busca a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro são alguns dos nomes que compõem a lista.

Outros candidatos notáveis incluem Ronaldo Caiado, do PSD, e Romeu Zema, do Novo. A diversidade de candidatos reflete um cenário eleitoral competitivo, com diferentes propostas e ideologias em jogo.


Veja os 13 candidatos:

  • Augusto Cury (Avante)
  • Clariana Barão (DC)
  • Edmilson Costa (PCB)
  • Flávio Bolsonaro (PL)
  • Hertz Dias (PSTU)
  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
  • Pablo Marçal (PRTB)
  • Renan Santos (Missão)
  • Romeu Zema (Novo)
  • Ronaldo Caiado (PSD)
  • Rui Costa Pimenta (PCO)
  • Samara Martins (UP)
  • Wilson Grassi (Partido Democrata)

Por que Marçal está sub judice?

A inelegibilidade de Pablo Marçal decorre de uma condenação relacionada à sua campanha para a Prefeitura de São Paulo em 2024. Durante essa eleição, ele foi acusado de utilizar uma estratégia de “concurso de cortes”, onde seguidores eram pagos para divulgar conteúdo eleitoral nas redes sociais.

O Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) considerou essa prática como uso indevido dos meios de comunicação social, resultando na condenação de Marçal. Em dezembro de 2025, a Corte manteve a inelegibilidade por oito anos e impôs uma multa de R$ 420 mil.

Recentemente, em 5 de agosto de 2026, o TRE-SP rejeitou os embargos de declaração apresentados pela defesa de Marçal. Além disso, uma questão relacionada à sua filiação partidária foi resolvida em 15 de agosto, quando uma liminar regularizou sua filiação ao PRTB, permitindo que ele concorra nas eleições.

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