Prévia: Thiago Brennand, empresário de São Paulo, foi sentenciado a mais de 31 anos de prisão por crimes de agressão e estupro contra sua ex-companheira. A decisão da Justiça também inclui uma indenização de R$ 100 mil à vítima.
A Justiça de São Paulo condenou Thiago Brennand a 31 anos, cinco meses e 24 dias de prisão em regime fechado. A sentença foi proferida pela 1ª Vara de Porto Feliz e abrange crimes graves, como agressão e estupro, cometidos contra sua ex-companheira. Além da pena de prisão, o empresário deverá pagar uma indenização de R$ 100 mil à vítima.
Os crimes ocorreram em 2021 e foram revelados ao público em 2022, quando Brennand já havia se tornado conhecido por um episódio de agressão a outra mulher em uma academia, que foi amplamente divulgado nas redes sociais. A condenação atual representa um desdobramento significativo em sua trajetória judicial, marcada por diversas acusações de violência.
Entre os crimes pelos quais Brennand foi condenado estão constrangimento ilegal, lesão corporal, estupro e coação no curso do processo. Ele também foi responsabilizado pela divulgação não autorizada de cenas de estupro e pelo registro de ato sexual sem consentimento.
Histórico de Condenações e Absolvições
Recentemente, Brennand havia sido absolvido em um outro processo onde foi inicialmente condenado por estupro e ameaça à vítima. Nesse caso, ele foi acusado de levar a mulher a um hotel enquanto ela estava incapacitada e de ter relações sexuais sem seu consentimento. A sentença anterior previa uma pena de oito anos de prisão e uma indenização de R$ 200 mil por danos morais.
Além disso, em 2024, o empresário foi absolvido de uma acusação de estupro envolvendo uma massagista, que também ocorreu em 2022. Apesar das absolvições, a nova condenação por crimes contra sua ex-companheira reforça a gravidade das acusações que Brennand enfrenta.
Atualmente, Thiago Brennand cumpre pena na Penitenciária Álvaro de Carvalho 2, localizada em Potim, no interior de São Paulo. A condenação traz à tona questões importantes sobre a violência de gênero e a necessidade de um sistema judiciário que proteja as vítimas e puna severamente os agressores.











