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AMAGGI inicia projeto piloto de agricultura regenerativa para medir sustentabilidade na soja

A AMAGGI, em parceria com a Round Table on Responsible Soy, implementa um projeto piloto de agricultura regenerativa que visa desenvolver métricas para mensurar a sustentabilidade na produção de soja.

AMAGGI inicia projeto piloto de agricultura regenerativa para medir sustentabilidade na soja

Previa: A AMAGGI, em parceria com a Round Table on Responsible Soy, implementa um projeto piloto de agricultura regenerativa que visa desenvolver métricas para mensurar a sustentabilidade na produção de soja. A iniciativa busca integrar práticas sustentáveis com a produção em larga escala, promovendo a eficiência e a conservação ambiental.

A busca por práticas mais sustentáveis no agronegócio brasileiro está em ascensão, especialmente no setor da soja. Em 2025, a AMAGGI iniciou um projeto piloto de agricultura regenerativa, em colaboração com a Round Table on Responsible Soy (RTRS), com o intuito de criar métricas que possam medir e validar os impactos das práticas regenerativas no campo.

Aplicação prática na Fazenda Água Quente

O projeto é implementado na Fazenda Água Quente, localizada em Sapezal, Mato Grosso. Com uma área total de 20.473 hectares, a propriedade dedica cerca de 15.876 hectares à produção agrícola, incluindo soja e algodão. A iniciativa permite que a AMAGGI teste indicadores de sustentabilidade diretamente em um ambiente produtivo, promovendo a integração entre pesquisa e prática.

A participação da AMAGGI neste projeto é respaldada por seu histórico em práticas de produção responsável. A empresa foi a primeira do mundo a obter certificação no padrão RTRS, o que a posiciona como referência em sustentabilidade no agronegócio.

Práticas sustentáveis e métricas de desempenho

Entre as práticas já adotadas pela AMAGGI estão o plantio direto, o uso de plantas de cobertura e o manejo integrado de pragas. Essas ações fazem parte do sistema de Gestão Socioambiental da empresa, que visa reduzir impactos ambientais e garantir a conformidade legal.

A participação no projeto piloto também possibilitou à AMAGGI avançar na discussão sobre a tropicalização dos indicadores de sustentabilidade, adequando as métricas às condições específicas da agricultura tropical. Os pilares analisados incluem o manejo de pragas, a segurança do trabalhador e a gestão de registros operacionais.

Conservação ambiental e eficiência produtiva

Os novos indicadores também contemplam a avaliação da biodiversidade e a conservação do solo, além de promover o uso racional da água. Essas métricas, combinadas com práticas regenerativas, visam aumentar a resiliência dos sistemas produtivos e melhorar a saúde do solo ao longo do tempo.

A certificação RTRS não apenas valoriza o produto, mas também facilita o acesso a mercados internacionais que exigem conformidade com critérios socioambientais rigorosos.

Integração entre sustentabilidade e estratégia de negócios

A AMAGGI acredita que a mensuração de práticas sustentáveis transforma indicadores técnicos em ferramentas de gestão, conectando sustentabilidade ao desempenho econômico. Esse modelo pode aumentar a competitividade da soja brasileira em um mercado global que valoriza critérios ambientais e sociais.

A experiência da Fazenda Água Quente também contribui para o aprimoramento do projeto piloto da RTRS, com a equipe da AMAGGI ajudando a tornar os indicadores mais aplicáveis à realidade do campo.

Com a evolução do projeto, a expectativa é desenvolver métricas mais precisas e aplicáveis à agricultura tropical, consolidando o Brasil como líder em soluções sustentáveis para a produção de soja em escala global.

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