Previa: O cantor Oliver Tree, famoso por seu hit viral “Life Goes On”, foi uma das vítimas de um trágico acidente aéreo no Rio de Janeiro. O incidente, que envolveu a colisão de dois helicópteros, deixou um saldo de seis pessoas feridas.
Na manhã deste domingo (14/6), o Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro, foi palco de um grave acidente aéreo. Dois helicópteros colidiram no ar e caíram, resultando em seis vítimas, incluindo o cantor norte-americano Oliver Tree, de 32 anos. O artista, que conquistou o mundo com sua música, estava em turnê no Brasil.
Oliver Tree se destacou globalmente após o lançamento de “Life Goes On”, que se tornou um fenômeno nas redes sociais, especialmente no TikTok. Desde sua estreia em 2021, a canção foi utilizada em mais de 2,8 milhões de vídeos, catapultando o cantor para o estrelato. Atualmente, ele acumulava mais de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify.
Sucessos e carreira
Além de “Life Goes On”, outro grande sucesso de Oliver Tree foi “Miss You”, lançada em 2022. Esta faixa se tornou a mais ouvida do artista na plataforma de streaming, com quase 800 milhões de reproduções. Com uma base de fãs crescente, ele contava com mais de 2,3 milhões de seguidores no Instagram.
O cantor não apenas se destacou na música, mas também atuava como produtor musical e comediante. Sua última apresentação no Brasil ocorreu em São Paulo, no dia 6 de junho, e ele foi visto pela última vez em um estúdio musical na noite anterior ao acidente.
O acidente aéreo ocorreu quando as duas aeronaves colidiram e caíram em áreas distintas. Uma delas atingiu a Avenida das Américas, enquanto a outra caiu em um estacionamento de uma concessionária de carros elétricos. O impacto causou um incêndio que afetou pelo menos 20 veículos, mas as chamas foram rapidamente controladas pelo Corpo de Bombeiros.
Oliver Tree estava acompanhado de sua equipe, incluindo o produtor musical Lucas Frota e o diretor Lucas Vignale. No outro helicóptero, estava o piloto Charles Marsillac. As causas do acidente estão sendo investigadas pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), da Força Aérea Brasileira.











