Previa: Hortência, ex-jogadora de basquete e medalhista olímpica, compartilha suas reflexões sobre o envelhecimento e a importância de manter uma mentalidade jovem. Em um podcast, ela discute como lida com as mudanças físicas e emocionais que acompanham a passagem do tempo.
Aos 66 anos, Hortência, uma das maiores atletas do basquete brasileiro, abriu o coração sobre os desafios do envelhecimento. Em sua participação no podcast “Corre aqui”, a ex-jogadora refletiu sobre como é difícil para alguém que já conquistou tanto lidar com a transformação física e emocional que vem com a idade.
“É muito difícil para uma atleta como eu, que conquistei tudo que tinha que conquistar, olhar no espelho e ver você se transformando”, afirmou. Para ela, a aceitação desse processo exige uma preparação psicológica significativa, algo que nem todos estão prontos para enfrentar.
Manter-se ativa e jovem por dentro
Hortência acredita que a chave para um envelhecimento saudável está em manter-se ativa. “A maneira que tenho de envelhecer muito rápido é malhando, é ter minha vida ativa. Namorando, viajando, meus amigos…”, disse. Para ela, a juventude interna é fundamental, mesmo que o corpo comece a apresentar sinais de desgaste.
A ex-jogadora também mencionou a inevitabilidade das mudanças físicas, como o surgimento de rugas e dores. “O que você vai fazer? É seguir em frente”, concluiu, enfatizando a importância de uma atitude positiva diante das adversidades.
Além de suas reflexões sobre o envelhecimento, Hortência também celebrou recentemente os 30 anos da conquista da medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Esse momento marcante na história do basquete feminino brasileiro será retratado em um filme que contará a trajetória da Seleção Brasileira na competição.
“Hoje celebro 30 ANOS do dia em que eu subi no pódio para receber a medalha de prata em Atlanta”, compartilhou em suas redes sociais. A tatuagem que possui, representando as Olimpíadas de Atlanta e Barcelona, simboliza não apenas suas conquistas, mas também a memória viva de um período que fez história para o esporte no Brasil.











