Previa: Flora Gil, madrasta de Preta Gil, explicou a ausência de Gilberto Gil no lançamento do documentário em homenagem à cantora, que ocorreu no Copacabana Palace. A decisão de assistir ao filme em casa foi uma escolha pessoal do cantor, segundo Flora.
Na última segunda-feira, 20 de julho, amigos e familiares de Preta Gil se reuniram no Copacabana Palace para o lançamento do documentário “Preta – Eu Não Ando Só” e da série “Meu Nome é Preta”, disponível no Globoplay. O evento marca um ano da morte da cantora, que faleceu em decorrência de um câncer no intestino.
Flora Gil, madrasta da artista, conversou com a repórter Monique Arruda e comentou sobre a ausência de Gilberto Gil no evento. Ela destacou que a decisão do cantor de não comparecer foi uma escolha pessoal, visando seu conforto emocional. “Ele assistiu à série já, mas o documentário ainda não, então pra ele assistir pela primeira vez aqui, é mais fácil só ele assistir em casa”, explicou.
Decisão de se resguardar
Flora revelou que foi ela quem sugeriu que Gil não comparecesse ao lançamento. “Eu acho que hoje pra ele, se ele se resguardar, pra ele é melhor e pra mim também”, disse. A empresária ressaltou que a presença do cantor poderia ser cansativa, dado o contexto emocional do evento.
Ela também compartilhou que, quando reconhecida nas ruas, recebe manifestações de carinho em relação a Preta. “Ninguém fala mal da Preta na minha frente. Quem tem juízo suficiente fala bem da Preta pra mim”, afirmou Flora, reforçando o legado positivo da cantora.
Além disso, Flora enfatizou a importância do projeto audiovisual, que visa preservar a memória de Preta Gil para as futuras gerações. “Uma mulher forte, ‘quem foi a Preta?’ É isso que a gente quis fazer”, concluiu, destacando o impacto que a artista teve na música e na cultura brasileira.











