Prévia: Everaldo Marques levantou questões sobre o padrão de organização da Copa do Mundo de 2026, destacando a falta de exigências de infraestrutura nos Estados Unidos em comparação a edições anteriores. O narrador da Globo compartilhou sua experiência de trabalho sob condições adversas durante a competição.
No último sábado (1º/8), durante o programa Altas Horas, Everaldo Marques expressou sua insatisfação com o que chamou de “padrão Fifa” em relação à Copa do Mundo de 2026, realizada nos Estados Unidos. O narrador, que acompanhou a competição, comentou sobre a discrepância nas exigências de infraestrutura que a entidade impôs a países-sede em edições anteriores do torneio.
O tema surgiu quando Serginho Groisman questionou Everaldo sobre sua experiência ao narrar os jogos, especialmente após a eliminação do Brasil nas oitavas de final. O narrador aproveitou a oportunidade para criticar a organização do evento, que, segundo ele, não seguiu os mesmos critérios rigorosos que foram aplicados em outras Copas.
Condições de Trabalho e Críticas à Organização
Everaldo destacou que, em edições passadas, como na África do Sul e na Rússia, houve exigências específicas que levaram à reconstrução de estádios. Ele enfatizou que, ao contrário dessas edições, o “padrão Fifa” não foi exigido nos Estados Unidos, o que levantou questionamentos sobre a igualdade de critérios.
Durante sua narração em Boston, Everaldo e sua equipe enfrentaram condições desafiadoras, como altas temperaturas e a falta de cobertura nas cabines de transmissão. Ele relatou: “Eram 35 graus e a gente tomando sol na moleira. Se chovesse, a gente se molhava e os equipamentos também. Corria o risco de dar algum problema”.
Apesar das dificuldades enfrentadas, o narrador enfatizou que seu desconforto não era o principal problema. O foco de sua crítica estava na disparidade de critérios adotados pela Fifa. “O meu problema não é estar no sol em Boston, está tudo bem. O problema é gastar tanto com estádios em outras Copas para um padrão que não foi mantido agora nos Estados Unidos”, concluiu.
A repercussão das declarações de Everaldo pode gerar discussões sobre a organização de grandes eventos esportivos e a necessidade de um tratamento igualitário entre os países-sede. A crítica ao padrão Fifa reflete um sentimento compartilhado por muitos que acompanharam a competição e se preocupam com a qualidade e a equidade nas exigências da entidade máxima do futebol.











