A rastreabilidade, por sua vez, é um desafio, mas está longe de ser inviável. Já há iniciativas públicas e privadas que permitem identificar a origem do gado e, consequentemente, do couro, com empresas em diferentes estágios de adaptação às exigências do EUDR. O principal gargalo concentra-se nas etapas anteriores ao abate, compartilhadas com a cadeia da carne. Ainda assim, há incentivos econômicos claros para avançar, impulsionados sobretudo pela importância do mercado europeu. Paralelamente, o governo brasileiro também tem avançado em iniciativas de rastreabilidade, com compromissos nacionais e experiências em nível estadual.











