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É hoje! Como retirar ingresso da mostra Constelações Contemporâneas
Estreia nesta terça-feira (19/5) a mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, totalmente gratuita no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro.
Estreia nesta terça-feira (19/5) a mostra Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília, totalmente gratuita no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional Claudio Santoro. O evento, uma iniciativa do Metrópoles Arte, conta com a participação de aproximadamente 40 artistas do Distrito Federal e promete reunir obras de diferentes linguagens, gerações e trajetórias. A visitação para o público geral começa nesta quarta-feira (20/5). Para garantir o acesso ao local, os interessados devem realizar a reserva antecipada das entradas de forma virtual.
Passo a passo para a retirada de ingressos:
Acesso à plataforma: o primeiro passo consiste em abrir o site do Metrópoles Fine Arts clicando neste link.
Seleção da reserva: na página inicial do portal, o usuário deve localizar e clicar no botão escrito “Reserve seu ingresso grátis”.
Escolha do dia: o interessado precisa escolher a data em que deseja comparecer ao Teatro Nacional e selecionar a opção para reservar.
Preenchimento dos dados: é necessário indicar a quantidade de ingressos desejada e preencher os dados pessoais solicitados no formulário. Ao final, basta clicar em “Fazer inscrição”.
Arte de Julio Lapagesse
Os ingressos dão direito à visita da exposição, que propõe ao público percorrer um panorama diverso de obras e trajetórias da cena cultural do quadradinho. Artistas renomados e nomes emergentes prepararam uma seleção variada de trabalhos para a mostra, reunindo diferentes linguagens e expressões da arte contemporânea.
Cerca de 40 artistas integram a mostra
Conheça os artistas que integram a mostra
Confira os nomes dos artistas participantes:
Andre Santangelo, Antônio Obá, Bruna Zanatta, Camila Soato, Capra Maia, Carlos Lin, Celso Junior, Christus Nóbrega, Courinos, Daniel Jacaré, Daniel Toys, David Almeida, Desirée Feldmann, Gabriel Matos, Gisel Carriconde, Gu da Cei, Helena Lopes, Iris Helena, Julio Lapagesse, Karina Dias, Leo Tavares, Luísa Gunther e Dupla Plus, Marcos Antony, Maria Porto, Marina Fontana, Nelson Maravalhas, Pamela Anderson, Patricia Monteiro, Patrícia Bagniewski, Paula Calderon, Raquel Nava, Raylton Parga, Renato Rios, Rogério Roseo, Samantha Canovas, Taigo Meireles, Tamires Moreira, Valéria Pena-Costa, Victoria Serendinicki e Virgílio Neto
Com curadoria de Mônica Tachotte, profissional com mais de 14 anos de experiência no mercado de arte, o evento dá sequência à repercussão positiva da exposição “É Pau, É Pedra…”, que ocupou o Teatro Nacional com mais de 200 obras de Sergio Camargo e permaneceu aberta ao público de 10 de dezembro de 2025 até 13 de março de 2026.
Na nova montagem, temas como território, memória, corpo e paisagem aparecem como fios condutores, criando conexões possíveis entre obras distintas.
“Busquei reunir artistas que, embora trabalhem com diferentes linguagens, compartilham investigações que atravessam temas como território, memória, corpo e paisagem, criando pontos de contato possíveis dentro da diversidade”, afirma Mônica.
Monica Tachotte, curadora da mostra Constelações Contemporâneas
A proposta do projeto é valorizar as diferenças entre os artistas e suas produções, permitindo novas leituras e ampliando o entendimento do conjunto. Essa lógica dialoga diretamente com o conceito de constelação que orienta a mostra, ao destacar como obras distintas podem criar conexões e sentidos quando reunidas em um mesmo espaço.
1 de 8
Arte de Taigo Meireles
Imagem cedida ao Metrópoles
2 de 8
Obra de Tamires Moreira
3 de 8
Arte de Patricia Bagniewski
Imagem cedida ao Metrópoles
4 de 8
Arte de Samantha Canovas
Imagem cedida ao Metrópoles
5 de 8
Arte de Julio Lapagesse
Imagem cedida ao Metrópoles
6 de 8
Antônio Obá participa da mostra Constelações Contemporâneas
Material cedido ao Metrópoles
7 de 8
Arte de Camila Courinos
8 de 8
Arte de Luisa Günther
Arquivo pessoal
A iniciativa amplia a atuação do Metrópoles no fortalecimento da cena cultural e na defesa de uma arte acessível a todos, apostando na ideia de constelação como fio condutor curatorial — um conceito que propõe encontros, diálogos e múltiplos pontos de vista.
Serviço
Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília
De 19 maio a 17 julho, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional