Na tarde de sexta-feira, 4 de setembro de 2026, a Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (DISE) prendeu oito membros de uma facção criminosa em Jundiaí, São Paulo. A ação, denominada Operação Colapso, foi resultado de seis meses de investigações que revelaram a atuação do grupo no tráfico de drogas e na supervisão de atividades ilícitas na região.
Os policiais cumpriram sete mandados de busca e apreensão e sete mandados de prisão temporária. Além dos alvos principais, uma oitava pessoa foi detida em flagrante por envolvimento no esquema criminoso. Dentre os presos, cinco foram autuados por tráfico de drogas, porte ilegal de arma e lavagem de dinheiro.
A Polícia Civil informou que os detidos ocupavam funções de liderança, conhecidas como “sintonia”, e dois deles eram considerados de alto comando dentro da organização. A investigação também revelou que o grupo operava uma central clandestina para monitorar a movimentação das forças de segurança.
Central de monitoramento e controle do tráfico
Os agentes descobriram que a facção mantinha um centro clandestino equipado com câmeras e rádios comunicadores, permitindo que os integrantes se antecipassem a operações policiais. Além disso, o grupo exercia controle rigoroso sobre o tráfico de drogas e aplicava punições severas a quem desobedecesse suas regras.
Apreensões significativas durante a operação
Durante a Operação Colapso, foram apreendidos aproximadamente 1,3 mil papelotes e 4,7 quilos de cocaína, além de porções de maconha, uma arma de fogo, balanças de precisão e equipamentos para a preparação e embalagem das drogas. Os policiais também encontraram registros contábeis do tráfico e cerca de R$ 10 mil em dinheiro.
Os oito detidos foram encaminhados à Justiça e enfrentarão acusações relacionadas à organização criminosa, lavagem de dinheiro e tráfico de drogas. A operação é um passo importante no combate ao crime organizado na região.











