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Phibro esclarece que não há proibição de antimicrobianos na produção animal no Brasil

A discussão sobre o uso de antimicrobianos na produção animal no Brasil gera incertezas entre os produtores. A Phibro Saúde Animal esclarece que não há proibição de moléculas essenciais...

Phibro esclarece que não há proibição de antimicrobianos na produção animal no Brasil

Previa: A discussão sobre o uso de antimicrobianos na produção animal no Brasil gera incertezas entre os produtores. A Phibro Saúde Animal esclarece que não há proibição de moléculas essenciais para a saúde animal e a produtividade no país.

A recente discussão sobre o uso de antimicrobianos na produção animal tem gerado preocupações entre diversos profissionais do setor agropecuário. A situação se intensificou após a divulgação de solicitações ao Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) por entidades do setor, que envolvem moléculas amplamente utilizadas na produção de proteína animal no Brasil.

Em resposta a essas inquietações, a Phibro Saúde Animal divulgou esclarecimentos técnicos, enfatizando que, até o momento, não existe proibição generalizada de moléculas como monensina, lasalocida, narasina, salinomicina e virginiamicina no Brasil.

Exigências de Mercados Internacionais

A empresa destaca que as discussões regulatórias estão ligadas principalmente às exigências de mercados internacionais, como os da União Europeia e do Reino Unido. A legislação europeia não proíbe automaticamente essas moléculas, mas limita seu uso como promotores de crescimento e melhoradores de desempenho em animais saudáveis.

Assim, o foco das restrições está na finalidade de uso dos antimicrobianos, e não nos princípios ativos em si. O debate regulatório se concentra nas indicações zootécnicas associadas ao uso dessas substâncias.

Produtos Autorizados e Regulamentação

A Phibro reforça que não houve publicação de novas regulamentações que alterem as condições de uso das moléculas mencionadas. Portanto, os produtos continuam autorizados conforme os registros vigentes, e não há proibição automática dessas tecnologias.

  • Os produtos podem ser utilizados conforme as indicações aprovadas;
  • Não existe proibição automática dessas moléculas;
  • Mudanças nas regulamentações dependem de manifestação oficial dos órgãos competentes.

A empresa alerta que a utilização dessas moléculas não inviabiliza a comercialização de animais ou produtos destinados ao mercado.

Finalidade de Uso e Virginiamicina

Um ponto central é que uma mesma molécula pode ter diferentes indicações aprovadas. Dependendo do registro, o princípio ativo pode ser utilizado para o controle de enfermidades, prevenção de coccidiose e melhoria do desempenho produtivo de animais saudáveis.

No caso da virginiamicina, a situação é específica. O MAPA publicou a Portaria SDA nº 1.617, que estabelece a descontinuação do uso da molécula como melhorador de desempenho, mas define um período de transição para adequação do mercado. A Phibro aguarda a conclusão do processo regulatório para ampliar o registro da virginiamicina para uso terapêutico.

Se autorizado, a molécula poderá ser utilizada sob prescrição veterinária, preservando sua importância para a saúde animal e a eficiência produtiva.

Compromisso com a Informação Científica

A Phibro mantém um acompanhamento constante das discussões junto aos órgãos reguladores e entidades do setor. O compromisso da empresa é fornecer informações baseadas em evidências científicas, ajudando produtores e técnicos a tomarem decisões mais seguras e adequadas às exigências dos mercados.

Esse alinhamento é fundamental para garantir a sustentabilidade e a competitividade da produção animal brasileira no cenário global.

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