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Patrícia Abravanel não comanda o júri

Gabriel Cardoso/SBT e Bruno Correa/SBT Patrícia Abravanel Vamos lá. Eu escrevi

Gabriel Cardoso/SBT e Bruno Correa/SBT

Patrícia Abravanel

Vamos lá.

Eu escrevi há um tempo que os grandes apresentadores de TV, todos, Silvio, Flávio, Chacrinha, Bolinha, todos eles interpretavam um personagem na apresentação de TV.

E, dentro disto, cada um deles sabia comandar o seu júri.

Eles tinham domínio de comando de palco e dinâmica de programa.

Cada um deles sabia controlar o seu júri e sabia fazer com que o júri falasse aquilo que eles queriam que falassem.

Vocês têm que entender que isto não é cercear o júri, mas sim fazer com que cada um do júri dê o melhor de si e que diga no palco aquilo que é o melhor para o programa.

Mas, para isto, eles têm que saber o pulo do gato, que é saber entender a dinâmica do programa.

Então, cada jurado seguia o caminho que era o melhor ao programa porque o apresentador sabia comandar o júri.

Vou lembrar que o Silvio não deixava o Sérgio Mallandro falar a toda hora.
Ele tinha o tempo certo de permitir a fala do Sérgio Mallandro, que, no mesmo nível de todos do júri, respeitava o comando do Silvio.

Então, agora nós temos o Show de Calouros do SBT comandado pela Patrícia Abravanel, que não sabe qual é o pulo do gato em seu programa.

Então, o seu júri deixa de ter o brilho e o sal que deveria ter.

Leia também: Chefão do SBT demite diretor queridinho de Patrícia Abravanel

Cela, falsa milionária

Vamos pegar a personagem Cela, a falsa milionária.

Aquela personagem precisa ser ensaiada para que tenha utilidade no júri. Deixar a moça livre falando o que ela desejar não pode dar certo.

Primeiro porque a maior parte das donas de casa não entende aquele humor falado pela Cela. A dona de casa não sabe quando a Cela está falando sério ou está fazendo o personagem.

Eu dei o exemplo da Cela porque é o mais personal dos personagens do júri. Os outros, não se sabe o que eles estão fazendo ali.

E agora me vem uma lembrança de uma situação do passado.

O Brasil teve Francesco Matarazzo, que criou 365 empresas e criou toda fortuna.

A Brasil também teve os herdeiros de Francesco Matarazzo, que jogaram a fortuna fora porque não sabiam como manter.

fonte-IG