Previa: O lançamento de Casamento Grego 3 marca o fim da amada franquia de comédia romântica, trazendo à tona a ausência de Michael Constantine, um dos protagonistas que faleceu em 2021. O filme também é uma homenagem a outros atores que deixaram sua marca na série.
Casamento Grego 3, exibido na Sessão da Tarde desta terça-feira (8/9), é o desfecho de uma história que conquistou o coração do público. O filme de 2023 é o primeiro da franquia sem a presença de Michael Constantine, que interpretava Gus Portokalos, o carismático pai de Toula, vivida por Nia Vardalos.
Constantine faleceu em 31 de agosto de 2021, aos 94 anos, deixando um legado importante nos dois primeiros filmes da série. Seu personagem é considerado um dos mais memoráveis, e sua ausência foi sentida por fãs e elenco.
No novo longa, a morte de Gus Portokalos é incorporada à narrativa, justificando a ausência do personagem. Essa abordagem traz um tom emocional à trama, refletindo sobre a perda e a saudade.
Além de Constantine, o filme também presta homenagem a Bruce Gray, que interpretou Rodney Miller, pai de Ian (John Corbett), e a Constantine Vardalos, pai da atriz e roteirista Nia Vardalos. Gray faleceu em 2017, aos 81 anos, enquanto Vardalos nos deixou em 2020, aos 87 anos.
Embora Constantine Vardalos não tenha aparecido nos filmes, ele foi uma inspiração fundamental para a criação do personagem Gus. Essa conexão familiar adiciona uma camada de profundidade ao filme, fazendo com que a homenagem seja ainda mais significativa.
Uma viagem cheia de emoções
Na trama de Casamento Grego 3, Toula e Ina viajam para a Grécia com a família, com o objetivo de cumprir o último desejo de Gus: reencontrar amigos de infância e visitar o vilarejo onde ele cresceu. O que deveria ser uma simples reunião familiar se transforma em uma jornada repleta de confusões, segredos e momentos emocionantes.
O filme promete trazer risadas e lágrimas, mantendo a essência que fez da franquia um sucesso. Com personagens carismáticos e situações inusitadas, Casamento Grego 3 é uma celebração da vida e das relações familiares, mesmo diante da perda.











