Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

CASO THAVINY: Irmãos de sequestrador negociam entrega de adolescente após 11 dias de terror

Irmãos do suspeito foram até a residência da família da vítima para intermediar e negociar a devolução de Thaviny. O agressor segue foragido e bastidores apontam falhas na condução policial.

CAMETÁ (PA) — O desfecho mais aguardado pelo estado do Pará e mobilizadores de todo o país consolidou-se na manhã desta segunda-feira. A adolescente Thaviny Caldas Farias, de 16 anos, que estava desaparecida desde a madrugada do dia 11 de junho na Vila de Areião, município de Cametá, foi devolvida à família. A jovem encerrou um ciclo de 11 dias de isolamento forçado e tortura psicológica sob o manto da floresta amazônica.

O paradeiro exato de onde Thaviny foi mantida em cativeiro durante as buscas ainda não foi divulgado pelas autoridades. A entrega ocorreu após os próprios irmãos do suspeito, Matheus Mourão da Silva, irem até a residência da família da vítima para negociar a devolução da adolescente. Sem maiores detalhes revelados sobre os termos ou o local exato do resgate, ela foi entregue aos pais.

Atualmente, Thaviny está recebendo atendimento em uma unidade hospitalar regional para a realização de exames clínicos e periciais detalhados. Fontes médicas preliminares confirmam que a adolescente apresenta escoriações leves pelo corpo, mas o quadro clínico geral é estável. Detalhes adicionais sobre o estado de saúde física e psicológica não foram aprofundados.

O plano de massacre e a inércia policial

Em entrevista exclusiva ao Portal Exposed, Evelyn, irmã de Thaviny, relembrou que este não foi o primeiro ataque perpetrado pelo suspeito. Em maio, ele já havia mantido a menor em cativeiro rural. Na madrugada do dia 11 de junho, o agressor retornou de forma metódica: agiu mascarado para burlar as câmeras de segurança da vizinhança e amordaçou a jovem com um pano forte para evitar pedidos de socorro, arrastando-a descalça e de pijama para o perímetro de mata.

Dias após o sumiço, o próprio irmão de Matheus procurou a Justiça e revelou que o suspeito havia comprado uma mochila tática e estocado mantimentos na selva para um plano premeditado. Segundo o depoimento, Matheus planejava manter um simulacro de “Dia dos Namorados” para tratar bem a vítima, iniciando em seguida um massacre de três dias de torturas que culminaria no homicídio da adolescente seguido por suicídio.

Apesar do teor alarmante do relato de crime iminente, os bastidores da investigação revelam falhas institucionais. Enquanto a Secretaria de Segurança Pública do Pará sinalizava ampla atuação nas redes sociais, fontes nformaram ao portal que agentes policiais sequer recolheram o telefone celular da vítima para análise cibernética, sob a justificativa de não possuírem a senha do aparelho, dependendo de idas à residência da família para obter novidades do caso.

Negociação familiar e caçada ao foragido

A resolução do cárcere ocorreu após a intervenção dos parentes do agressor. Percebendo a gravidade da situação e o risco de uma tragédia irreparável, os irmãos de Matheus intermediaram o contato direto com os pais da vítima, selando a entrega de Thaviny nesta manhã.

Em relato emocionado obtido em primeira mão, a irmã de Thaviny expressou o alívio familiar:

“É com muita alegria e gratidão no coração que venho esclarecer sobre o aparecimento da Thaviny. Foi hoje cedo que os irmãos dele acharam eles e vieram entregar ela. Eles nos entregaram ela hoje pela manhã. Ele estava mantendo ela no meio do mato sob ameaça com arma branca.”

Matheus Mourão da Silva conseguiu evadir-se e é oficialmente considerado foragido. Por conhecer detalhadamente os ramais rurais e a malha de mata do interior do Pará, entre Cametá, Mocajuba e Baião, o suspeito é classificado como perigoso e instável.

As polícias Civil e Militar efetuam buscas na região para cumprir o mandado de prisão e evitar que novas investidas ocorram. Informações sobre o paradeiro de Matheus podem ser reportadas de forma anônima e sob sigilo garantido através do Disque-Denúncia (181) ou da Polícia Militar (190).

PROTOCOLO ELITE

Você realmente sabe analisar um caso criminal?

Ou apenas acredita na narrativa que chegou primeiro até você? A maioria das pessoas tem opiniões. Pouquíssimas sabem investigar. Durante anos acompanhamos alguns dos casos mais complexos e controversos do país e percebemos algo inquietante: a maior parte das pessoas chega a conclusões antes mesmo de conhecer os fatos.

Foi para mudar isso que criamos o PROTOCOLO ELITE. Uma formação inédita conduzida por:

  • 🔎 Fernanda Piacentini

     

  • 🎯 Marcondi Marques

     

  • ⚖️ Dra. Carina Goiatá

    Aqui você não receberá respostas prontas. Você aprenderá a construir suas próprias conclusões. Receberá documentos, laudos, depoimentos, evidências e informações exatamente como surgem em uma investigação real. Terá de formular hipóteses, questionar versões, identificar contradições e separar fatos de narrativas.

O que você aprenderá:

  • ✔ Inteligência Investigativa e Análise Comportamental

  • ✔ Investigação de Campo e Técnicas de Entrevista

  • ✔ Leitura Estratégica de Evidências e Construção de Hipóteses

  • ✔ Estratégias de Acusação, Defesa e Validade de Provas em Tribunal 

Serão apenas 24 encontros ao vivo. Esta não é uma formação para curiosos; é para quem deseja enxergar além das manchetes. As vagas da primeira turma são estritamente limitadas.

👉 [CLIQUE AQUI NO LINK DA BIO] para garantir a sua vaga agora e mudar definitivamente a forma como você analisa o universo criminal.

0 votos: 0 positivos, 0 negativos (0 pontos)

Deixe uma resposta