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Tadeu Schmidt chora ao falar da morte do irmão: ‘Não sei lidar’

Reprodução/TV Globo Tadeu Schmidt chora ao relembrar do irmão O apresentador

Reprodução/TV Globo

Tadeu Schmidt chora ao relembrar do irmão

O apresentador  Tadeu Schmidt abriu o coração no Fantástico sobre  Oscar Schmidt (1958-2026). Ele admitiu que não tem lidado bem com a morte do irmão mais velho. Emocionado, ele revelou como era a convivência com o seu maior ídolo.

No início, Schmidt contou que não lida bem com a morte e via Oscar como um grande amigo. O comunicador reiterou que a imagem que teve do irmão é de grande líder, do mais velho.

“A minha história toda tem lembranças de Oscar. Essa história foi concluída. E é muito triste. Eu não lido muito bem com a morte, não. Eu lido muito mal com a morte. Eu odeio a morte. A imagem que eu tenho de nós dois é que eu sou sempre o bebezinho. Eu sou sempre a criancinha que o irmão mais velho tá cuidando, que o irmão mais velho tá brincando. É um pouco do que tem nessas fotos”, ressaltou.

“Gigante mesmo. Olha lá, você, pequenininho. Eu passei a ser irmão mesmo dele depois que eu me tornei adulto, saindo para jantar e batendo papo e tal. Tem umas coisas que, quando eu vejo uma imagem minha me movimentando ou falando… Um trejeito. Um trejeito”, continuou.

Tadeu falou para Poliana Abrita, sua comandante do Fantástico, que não chegou a cogitar não apresentar o BBB no dia da morte de Oscar Schmidt.

“Schmidt é assim: se entregar ao máximo, se dedicar ao máximo, não dar desculpa para nada. É para fazer? Vamos fazer. O Oscar jogou uma vez uma partida com a mão quebrada. Ela estava quebrada, e ele foi pro jogo. Eu só vou deixar de trabalhar um dia se realmente eu tiver uma coisa muito grande, se eu estiver estatelado no chão”, disse.

O profissional frisou que, desde que se entende por gente, já tinha o irmão como um grande campeão, ídolo e herói.

“Ele é o campeão que eu tinha em casa, ele é o herói que eu tinha em casa. Então, a maneira como eu sempre enfrentei as coisas na minha vida… Isso é culpa de Oscar”,  finalizou.

Oscar, ídolo do basquete

Embora o sobrenome Schmidt seja amplamente reconhecido pelo público mais jovem por causa da televisão, a trajetória de Oscar ultrapassa gerações no esporte. Ele é o maior pontuador da história do basquete, com 49.737 pontos, e protagonizou um dos momentos mais marcantes do esporte brasileiro ao liderar a vitória sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987.

fonte-IG

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