O Superior Tribunal de Justiça informou ao governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), o prazo de 15 dias para manifestação em processo sobre calúnia movido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes.
A determinação foi publicada pelo ministro Luiz Felipe Salomão na sexta-feira 29.
O caso teve início com a publicação de um vídeo nas redes sociais de Zema com fantoches representando o próprio Gilmar e Dias Toffoli, outro ministro do Supremo.
O diálogo dos bonecos insinua que Gilmar tomaria uma decisão favorável a Toffoli em troca de hospedagem no resort Tayayá, que era de propriedade da família de Toffoli e foi comprado por uma empresa ligada a Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Devido à publicação, a Procuradoria-Geral da República denunciou o governador ao STJ por calúnia contra o magistrado. A manifestação atendeu a um pedido do ministro Alexandre de Moraes, após Gilmar solicitar a inserção do político no inquérito das fake news. Para a PGR, cabe ao STJ analisar o caso, pois o crime tem relação com o exercício do cargo.











