Aos 65 anos, Tucci relembrou que, principalmente durante as décadas de 1980 e 1990, grande parte das oportunidades que surgiam envolvia papéis de criminosos, mafiosos ou homens durões ligados ao universo do crime organizado. Segundo ele, a repetição desses convites acabou gerando uma sensação de frustração e de limitação artística.
“Sabe, aquela era uma época muito diferente nos Estados Unidos. Os italianos ainda eram vistos como… todo mundo tinha alguma ligação com a máfia, certo? E se você tivesse a pele escura, como eu tinha e tenho, você era imediatamente – especialmente com um sobrenome italiano – rotulado, e pronto. Você não ia fazer mais nada além disso.”











