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Prefeitura de Manaus descarta gás estireno como causa de morte de homem de 67 anos

A Prefeitura de Manaus descartou a relação entre a morte de um homem e a exposição ao gás estireno, após investigações que apontaram outras causas para o óbito.

Prefeitura de Manaus descarta gás estireno como causa de morte de homem de 67 anos

Previa: A Prefeitura de Manaus descartou a relação entre a morte de um homem e a exposição ao gás estireno, após investigações que apontaram outras causas para o óbito. O incidente, que ocorreu após um vazamento na empresa Innova, gerou preocupação na população e levou a um aumento no atendimento de saúde na região.

A Prefeitura de Manaus anunciou que a morte de um homem de 67 anos, ocorrida em 16 de julho, não está relacionada à intoxicação por gás estireno. A confirmação veio após uma investigação epidemiológica que não encontrou evidências de nexo causal entre o óbito e a exposição ao gás, que vazou na cidade na semana anterior.

O homem, que era tabagista e tinha um histórico de doenças cardiovasculares e pulmonares crônicas, havia relatado mal-estar antes de falecer. A prefeitura ressaltou que ele havia sido internado recentemente devido a essas condições de saúde.

Outra morte, a de um trabalhador de 66 anos do Distrito Industrial, também está sendo investigada como suspeita. Ele faleceu em 19 de julho, e as autoridades estão analisando se há ligação com o vazamento de gás.

Vazamento de gás tóxico

O vazamento de gás estireno ocorreu na unidade 4 da Innova, uma empresa do setor petroquímico localizada no Distrito Industrial de Manaus. O incidente gerou um forte odor que se espalhou por bairros próximos, como Raiz, Praça 14 e Cachoeirinha, levando moradores a relatar desconforto e preocupação.

A Innova informou que o vazamento foi causado por uma reação química em um tanque de armazenamento de monômero de estireno. A substância é utilizada na fabricação de plásticos, resinas e borrachas sintéticas, e sua exposição pode causar irritações e, em concentrações elevadas, afetar o sistema nervoso central.

Desde o início do vazamento, 755 pessoas foram atendidas nas redes de saúde pública e particular, com uma pessoa ainda internada. A situação gerou um estado de alerta na cidade, destacando a importância de monitorar a saúde da população e a segurança nas indústrias locais.

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