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Pirarucu: peixe magro e pouco calórico é boa opção para a Semana Santa

Durante a Semana Santa, especialmente na Sexta-feira Santa, os católicos têm

Durante a Semana Santa, especialmente na Sexta-feira Santa, os católicos têm a tradição de consumir peixe, que representa a simplicidade e a fé. O bacalhau é um dos mais tradicionais, mas existem outras opções que podem substituí-lo à altura, como o pirarucu.

Benefícios do peixe pirarucu

  • Tem proteína de alto valor biológico.
  • É rico em aminoácidos essenciais.
  • Contém baixo teor de gordura total em relação a carnes vermelhas.
  • Possui ácidos graxos insaturados, impactando positivamente a saúde metabólica.
  • É composto por vitaminas do complexo B e minerais.
  • Tende a ser mais facilmente digerido

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O pirarucu é o chamado bacalhau amazônico

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Pirarucu

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Diferenciais

O pirarucu é uma alternativa altamente eficiente, limpa metabolicamente e com excelente aplicabilidade clínica e esportiva. Segundo a nutricionista integrativa e farmacêutica, Verônica Dicas, o peixe se destaca pela sua densidade nutricional e perfil metabólico.

“Quando comparamos a outras proteínas, ele apresenta um perfil muito interessante: é uma proteína de alto valor biológico, com boa concentração de aminoácidos essenciais, além de ser naturalmente magro, com baixo teor de gordura total em relação a carnes vermelhas mais tradicionais”, explica Verônica ao Metrópoles.

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De acordo com a profissional do Instituto Nutrindo ideais, um dos grandes diferenciais está na qualidade da gordura. “Mesmo não sendo um peixe tão rico em ômega-3 quanto espécies de águas frias, como o salmão, o pirarucu ainda contribui com ácidos graxos insaturados que têm impacto positivo na saúde metabólica.”

Além disso, o pirarucu fornece micronutrientes importantes como vitaminas do complexo B (especialmente B12) e minerais como fósforo e selênio.

Proteção cardiovascular

Verônica explica que, quando inserido em um padrão alimentar equilibrado, o peixe pode atuar em três pilares principais da proteção cardiovascular:

1. Perfil lipídico mais favorável

“Por ser uma proteína com baixo teor de gordura saturada, ajuda a reduzir a ingestão desse tipo de gordura, que está associada ao aumento do LDL-colesterol em excesso”, esclarece a expert.

2. Presença de gorduras insaturadas

Segundo a nutricionista, mesmo em menor quantidade que peixes como o sardinha ou o atum, o pirarucu fornece ácidos graxos que contribuem para a melhora da função endotelial, a modulação inflamatória e suporte ao equilíbrio do colesterol.

3. Alta densidade proteica e efeito metabólico

“Dietas com boa ingestão de proteínas magras estão associadas a melhor controle glicêmico e menor risco cardiometabólico. Isso impacta indiretamente o perfil lipídico e reduz fatores de risco cardiovascular”, afirma a farmacêutica.

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Emagrecimento e ganho de massa muscular

De acordo com Verônica Dias, o pirarucu ajuda no emagrecimento ao promover alta saciedade devido ao seu elevado teor proteico, apresentar baixa densidade calórica e ter fácil digestibilidade, o que reduz desconfortos gastrointestinais.

“Esse conjunto favorece a adesão ao plano alimentar e contribui para um melhor controle da ingestão calórica e proteica, que é um dos principais determinantes no processo de perda de peso”, diz.

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Já no contexto de ganho de massa muscular, o peixe também se mostra altamente eficiente, fornecendo aminoácidos essenciais importantes para a síntese proteica muscular. Além disso, pode ser facilmente inserido em estratégias de distribuição proteica ao longo do dia.

“Embora não seja uma fonte isoladamente rica em leucina como algumas proteínas específicas, ainda assim contribui de forma consistente para o estímulo da síntese muscular quando inserido em um plano alimentar bem estruturado.”

No cenário esportivo, o alimento funciona como uma proteína versátil, especialmente para atletas que buscam melhora da composição corporal, modulação de processos inflamatórios metabólicos e otimização da recuperação. Em termos práticos, é um alimento que favorece um ambiente metabólico mais eficiente.

“Quando inserido em um contexto alimentar equilibrado, tende a gerar resultados consistentes no médio e longo prazo”, finaliza Verônica Dias.

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