Suzane von Richthofen ganhou cachê milionário por documentário na Netflix.
Suzane von Richthofen, 42, ganhou uma bolada para contar sua história em um novo documentário original da Netflix. O projeto, que começou a ser desenvolvido em novembro de 2025 e atualmente está em fase de pós-produção, abordará a história de um dos crimes mais emblemáticos do país, ocorrido em 2002, quando ela orquestrou o assassinato dos próprios pais.
O anúncio foi feito pela plataforma de streaming nesta segunda-feira (6), após o vazamento de imagens de uma exibição restrita para convidados. A Netflix ainda ressaltou que o material ainda está em fase de desenvolvimento e não possui data para estreia.
Para viabilizar a participação de Suzane no documentário, a Netflix desembolsou cerca de R$ 500 mil. A informação foi divulgada pela coluna “Outro Canal”, do Jornal Folha de São Paulo.
O projeto
A obra da Netflix possui o título provisório de “Suzane Vai Falar” e conta com pelo menos duas horas de duração. O documentário dará espaço para que a ex-detenta compartilhe sua visão dos fatos, e contará com depoimentos inéditos sobre os acontecimentos da época do crime.
As imagens vazadas acompanham uma visita de Suzane à antiga mansão da família, em São Paulo. Nos registros, ela descreve o ambiente da época como marcado por ausência de afeto e repleto de cobranças. Um trecho que causou polêmica na web, mostra Suzane gargalhando no local.
O longa também aborda a vida atual da ex-detenta, mostrando parte de sua rotina ao lado do marido, o médico Felipe Zeccini Muniz. As três enteadas e o filho pequeno de Suzane também aparecem no documentário.
Essas informações podem ser alteradas até o lançamento oficial do longa-metragem.
Relembre o caso
O crime aconteceu na noite do dia 31 de outubro de 2002, na mansão da família Richthofen, localizada no bairro Campo Belo, em São Paulo. Na ocasião, Suzane abriu a porta da residência para que Daniel Cravinhos – seu então namorado – e Cristian Cravinhos matassem Manfred e Marísia von Richthofen com golpes de barras de ferro enquanto eles dormiam.
Na tentativa de acobertar o crime, o trio simulou o cenário de um roubo, porém, a polícia logo detectou falhas na narrativa e iniciou uma investigação. Entre o crime e a confissão do trio decorreu apenas uma semana.













