Nathalia Valente e Yuri Meirelles são assaltados em SP.
Os ex-participantes de “A Fazenda”, Nathalia Valente, 22, e Yuri Meirelles, 24, foram assaltados à mão armada, em São Paulo, após deixarem um trabalho nesta quinta-feira (30). Indignada, a influenciadora compartilhou imagens da ação nas redes sociais.
Nos Stories do Instagram, Nathalia contou detalhes do ocorrido e listou os bens subtraídos pelos bandidos.
“Acabamos de ser assaltados. Ainda estou tremendo. Roubaram minhas duas alianças, o relógio do Yuri, que ele tinha acabado de comprar, que ele trabalhou pra comprar. Graças a Deus, meu celular não roubaram porque eu não tinha levado”, disse.
“Vieram dois caras armados, botaram a arma na cabeça do Yuri, renderam a gente. Não tinha o que fazer” Nathalia Valente
Nathalia ainda explicou que, no momento do assalto, pensou apenas no filho, Thales, de oito meses. “Só pensei no meu filho no momento. Fiquei quieta para não acontecer nada de pior. Muito triste! Ficamos o dia todo trabalhando, longe de casa e do nosso filho, para vir dois vagabundos apontar arma na nossa cara e roubar nossas coisas. Levaram tudo do meu marido, foi horrível”, afirmou.
Em seguida, a influenciadora desabafou sobre a sensação de vulnerabilidade que a situação provocou. “A gente ficou o dia inteiro trabalhando na marca dele. O sentimento de ser assaltada à mão armada, arma na cabeça e não poder fazer nada senão você pode perder sua vida, é de impotência”, definiu.
Na sequência, foi a vez de Yuri comentar o assunto: “Na moral, isso é o maior esculacho. Nada vale mais do que chegar em casa bem, mas é um grande atraso. Perdi um monte de coisas do projeto”, ponderou.
Revolta
No desabafo, Nathalia Valente ainda destacou sua indignação com toda a situação e refletiu sobre a importância de aparelhos celulares nos dias atuais. “Acho uma falta de respeito roubarem o celular do outro. Hoje em dia, celular não é só o dinheiro, virou a vida, a memória que a pessoa guarda. Sentimento de impotência muito ruim”, analisou.
Por fim, ela desabafou sobre o medo que sentiu no momento da abordagem. “Ali na hora, você só pensa nas pessoas que você ama e no que não pode fazer pra não morrer. A gente perder todas as coisas para uma pessoa que veio com uma arma, que não quer trabalhar e conquistar as coisas dela”, concluiu.




