Mesmo cercada de fios e aparelhos, a sensitiva afirmou que não parou de trabalhar. Ela explicou que se manter ativa é uma forma de não se entregar à doença: “Se eu ficar olhando para o teto, vou achar que vou morrer. Então eu sento toda manhã, mesmo estraçalhada, e trabalho respondendo as perguntas de vocês.”











