Para Ingrid, a união feminina ainda é vista com ressalvas em certos ambientes profissionais, justamente por ser uma ferramenta de mudança e poder. “Existe um incômodo, existe ciúmes, existe uma potência que se forma”, analisou a atriz, reforçando que grupos de mulheres fortes costumam provocar reações defensivas em estruturas que ainda não estão acostumadas com essa parceria.



