Previa: Uma petição online que pede a exclusão da Argentina da Copa do Mundo de 2030 já conta com mais de 23 milhões de assinaturas, gerando grande repercussão internacional. O movimento foi impulsionado por protestos políticos e alegações de favorecimento na arbitragem durante o torneio.
Recentemente, uma campanha online intitulada “Fora Argentina” ganhou destaque ao ultrapassar a marca de 23,3 milhões de assinaturas. O movimento surgiu após a semifinal da Copa do Mundo, onde a seleção argentina derrotou a Inglaterra por 2 a 1, e jogadores exibiram uma faixa reivindicando a soberania sobre as Ilhas Malvinas.
Os organizadores da petição alegam que a equipe argentina foi favorecida pela arbitragem ao longo da competição. A FIFA, em resposta à repercussão do abaixo-assinado, anunciou que irá analisar o conteúdo da petição e investigar incidentes envolvendo jogadores argentinos, especialmente após a confusão na final contra a Espanha.
Investigação da FIFA
Entre os jogadores citados estão Nahuel Molina, Leandro Paredes e Thiago Almada, além do auxiliar técnico Roberto Ayala. Imagens que circulam nas redes sociais mostram Molina aparentemente agredindo o meio-campista espanhol Rodri, enquanto Paredes se envolve em um desentendimento com o defensor Eric Garcia.
Se forem confirmadas infrações, os envolvidos poderão ser punidos com base no Código Disciplinar da FIFA, que prevê sanções para comportamentos antidesportivos que comprometam a imagem do futebol.
A campanha “Fora Argentina” argumenta que a FIFA e a arbitragem favoreceram a seleção liderada por Lionel Messi, o que, segundo os organizadores, comprometeu a credibilidade do torneio. Por isso, eles defendem que a Argentina não deve participar da próxima edição da Copa do Mundo.
O abaixo-assinado, que alcançou 23.316.108 assinaturas, se tornou um dos maiores já registrados globalmente. Apesar do número expressivo, ainda não superou o recorde do Guinness, que pertence à campanha Jubileu 2000, que reuniu 24.319.181 assinaturas em 1997 para pedir o perdão da dívida externa de países em desenvolvimento.
Os organizadores da petição afirmam que apoiadores de 170 países se uniram ao movimento em menos de uma semana, evidenciando a força e a repercussão que a questão gerou no cenário internacional do futebol.











