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Anitta exibe marcas indígenas em “Equilibrivm” no Dia Internacional dos Povos Indígenas

No Dia Internacional dos Povos Indígenas, Anitta destaca cinco marcas que trazem a riqueza cultural dos povos originários para a moda contemporânea.

Anitta exibe marcas indígenas em "Equilibrivm" no Dia Internacional dos Povos Indígenas

Previa: No Dia Internacional dos Povos Indígenas, Anitta destaca cinco marcas que trazem a riqueza cultural dos povos originários para a moda contemporânea. Conheça as histórias e criações de Maurício Duarte, Sioduhi Studio, Nalimo, Terán e Empório Muritiba.

Neste domingo, 9 de agosto, celebra-se o Dia Internacional dos Povos Indígenas, e a artista Anitta aproveita a ocasião para apresentar em seu projeto “Equilibrivm” uma seleção de marcas que representam a cultura indígena. Durante sua apresentação em São Paulo, a cantora destaca como essas etiquetas unem saberes ancestrais ao design moderno.

A primeira marca em destaque é a de Maurício Duarte, um estilista do povo Kaixana. Ele se tornou o primeiro indígena a participar do São Paulo Fashion Week e fundou sua marca em 2019. Suas coleções são conhecidas por mesclar alfaiataria contemporânea com técnicas artesanais, utilizando matérias-primas naturais, como a fibra de arumã, e colaborando com comunidades indígenas da Amazônia.

Marcas que Celebram a Cultura Indígena

A Sioduhi Studio, criada pelo designer Sioduhi Waíkhun do povo Piratapuya, é outra marca que se destaca. Fundada em 2020, foi a primeira da região Norte a participar da Casa de Criadores. A marca combina técnicas indígenas com moda contemporânea, explorando materiais amazônicos e tingimentos naturais em suas criações.

Lucrécia Terán, uma artista multidisciplinar e mulher trans indígena equatoriana, fundou a grife Terán durante a pandemia. Recentemente, a marca expandiu suas atividades para a joalheria, criando peças que refletem os saberes ancestrais dos povos de Abya Yala, utilizando técnicas tradicionais de ourivesaria.

A Nalimo, por sua vez, é liderada pela estilista Day Molina, que é descendente dos povos Fulni-ô e Aymara. Com forte influência de sua avó, que a ensinou a costurar e bordar, a marca se destaca por suas modelagens minimalistas e uso de tecidos naturais. Além disso, Day é uma ativista da moda, promovendo o movimento #DescolonizeAModa.

Por fim, o Empório Muritiba, embora não seja uma marca, é uma plataforma que valoriza a produção de diferentes comunidades indígenas. Fundado em 2012, o espaço reúne vestuário, acessórios e artesanato, contribuindo para a valorização e circulação das criações indígenas no mercado.

Essas marcas não apenas trazem inovação ao mundo da moda, mas também promovem a preservação e valorização da cultura indígena, mostrando que a moda pode ser um veículo poderoso para a expressão cultural e a resistência. A presença delas nos looks de Anitta em “Equilibrivm” é um passo importante para a visibilidade e reconhecimento dos povos originários na indústria da moda.

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