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Bárbara Evans compartilha experiência com tratamento de cannabis medicinal e impacto nas redes sociais

A influenciadora Bárbara Evans compartilhou sua experiência com o tratamento de dependência de remédios para dormir, revelando que agora utiliza cannabis medicinal.

Bárbara Evans compartilha experiência com tratamento de cannabis medicinal e impacto nas redes sociais

Previa: A influenciadora Bárbara Evans compartilhou sua experiência com o tratamento de dependência de remédios para dormir, revelando que agora utiliza cannabis medicinal. Em um vídeo nas redes sociais, ela destacou a importância do acompanhamento médico nesse processo e a identificação que recebeu de seus seguidores.

Bárbara Evans, conhecida por sua presença nas redes sociais, utilizou seu perfil para falar abertamente sobre sua luta contra a dependência de medicamentos para dormir. Neste sábado (01.08), a influenciadora revelou que tem recorrido ao tratamento com cannabis medicinal, o que, segundo ela, tem trazido melhorias significativas em sua qualidade de vida.

Durante a conversa, Bárbara explicou que a mudança de tratamento foi orientada por sua psiquiatra. “Procurei um médico para tirar o medicamento (clonazepam), e foi ela que me apresentou o tratamento com a cannabis”, afirmou. A influenciadora enfatizou que o acesso à cannabis medicinal requer supervisão médica, ressaltando a necessidade de um profissional para conduzir o tratamento.

O processo de importação e a logística envolvida

Além de compartilhar sua experiência pessoal, Bárbara também comentou sobre a logística de importação da medicação. Ela mencionou a empresa Vedara, que facilita a chegada do produto ao Brasil. “A parte da Anvisa é bem chatinha, então a empresa faz o medicamento chegar até você”, explicou, destacando os desafios enfrentados nesse processo.

Em sua postagem, a influenciadora revelou que não esperava que tantas pessoas se identificassem com sua situação. “Recebi muitas mensagens de pessoas curiosas, com dúvidas e até inseguras sobre como funciona esse processo”, disse. Para ela, a troca de informações é fundamental para desmistificar o tratamento e ajudar aqueles que enfrentam dificuldades semelhantes.

Em maio deste ano, Bárbara já havia falado sobre sua dependência química, revelando que usava clonazepam em excesso para conseguir dormir. “Eu não conseguia dormir sem o clonazepam, que é o mais forte de todos. Isso já tem mais ou menos uns cinco ou seis anos”, contou, refletindo sobre os efeitos negativos do uso prolongado do medicamento.

A abertura de Bárbara sobre sua jornada não apenas promove a conscientização sobre a dependência de medicamentos, mas também destaca a importância do diálogo sobre tratamentos alternativos, como a cannabis medicinal. Sua experiência pode inspirar outros a buscarem ajuda e a se informarem sobre opções de tratamento mais saudáveis.

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