Na manhã de quarta-feira, 9 de setembro de 2026, em Sumaré, São Paulo, o Batalhão de Ações Especiais de Polícia (BAEP) apreendeu 892 gramas de maconha durante uma operação de apoio à Polícia Federal. A ação ocorreu no Loteamento Jardim das Estâncias, onde um cão policial indicou a presença da droga em um guarda-roupa durante as buscas.
A equipe do BAEP foi acionada para colaborar com a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO) da Polícia Federal, que estava realizando investigações sobre tráfico de drogas. O apartamento vistoriado era apontado como residência de um dos alvos da operação, denominada Archimagus.
Após a indicação do cão, os policiais realizaram uma busca minuciosa e encontraram um tijolo de maconha no guarda-roupa. O material foi encaminhado para a sede da Polícia Federal em Campinas, onde passou por perícia que confirmou se tratar de Cannabis sativa.
A Operação Archimagus, deflagrada nesta mesma data, visa aprofundar investigações sobre uma associação criminosa envolvida no tráfico de drogas. A ação incluiu o cumprimento de dois mandados de prisão temporária e dez mandados de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais.
Objetivos da Operação Archimagus
De acordo com a Polícia Federal, a operação busca desmantelar uma rede de tráfico de drogas que atua em várias regiões. A força-tarefa é parte de um esforço contínuo para combater o crime organizado e suas ramificações no estado.
Significado do nome Archimagus
O nome “Archimagus” remete a um termo histórico que designa o principal entre os magos, sendo associado a figuras de destaque em práticas antigas. A escolha do nome para a operação não foi detalhada pela Polícia Federal, mas sugere uma busca por desmantelar lideranças no tráfico de drogas.











