Previa: Antonio Villeroy, coautor da música “Sinais de Fogo”, expressou sua indignação nas redes sociais após ser omitido em um documentário da Globo sobre Preta Gil. O compositor criticou a decisão da emissora e destacou sua participação na canção.
Antonio Villeroy, que compôs “Sinais de Fogo” ao lado de Ana Carolina, ficou surpreso ao perceber que seu nome não foi mencionado no documentário produzido pela Globo em homenagem a Preta Gil. A omissão gerou uma onda de indignação entre os fãs e seguidores do artista, que rapidamente se manifestaram nas redes sociais.
Em uma postagem, Villeroy compartilhou a indignação de seus seguidores e destacou um trecho do documentário em que Ana Carolina menciona a criação da música, mas sem reconhecer sua coautoria. “Hoje recebi inúmeras mensagens sobre o documentário da Globo a respeito da Preta Gil, manifestando indignação pelo fato de o programa omitir minha coautoria em Sinais de Fogo”, escreveu ele.
Omissão e Críticas à Indústria
O compositor não hesitou em criticar a Globo, afirmando que a omissão não é uma surpresa para ele, dado seu conhecimento sobre a dinâmica da indústria do entretenimento. “Essa omissão, infelizmente, não chega a me surpreender. Depois de tantos anos, já conheço bem o modus operandi da indústria do entretenimento”, declarou.
Villeroy também ressaltou que seu nome está registrado junto ao de Ana Carolina no sistema do Ecad, o que comprova sua participação na composição. Ele enfatizou que a ausência de seu nome no documentário não se deve a um desconhecimento, mas sim a uma escolha editorial da emissora.
O compositor ainda mencionou que esteve envolvido em diversas negociações com a Globo para os direitos de uso da música, reforçando sua posição como um dos autores. “A Globo sempre soube exatamente quem são os autores das duas obras”, afirmou.
Por fim, Villeroy expressou seu desejo de que o público conheça a verdadeira história por trás de “Sinais de Fogo”, ressaltando a importância de reconhecer o trabalho de todos os compositores envolvidos. “Acredito que também seja justo que o público conheça essa parte da história”, concluiu.











