Previa: O advogado de Lulinha, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, rebateu as acusações de Flávio Bolsonaro sobre uma suposta mesada e pediu esclarecimentos sobre transações do senador com o Banco Master.
A polêmica envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, ganhou novos contornos após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) publicar um vídeo cobrando investigações sobre uma suposta mesada de R$ 300 mil. Segundo Flávio, o valor seria pago por um operador investigado por fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Em resposta, a defesa de Lulinha afirmou que ele já prestou todos os esclarecimentos necessários ao Supremo Tribunal Federal (STF).
O advogado Guilherme Sugimori Santos, que representa Lulinha, também utilizou as redes sociais para se manifestar. Ele declarou que Flávio Bolsonaro “não precisa procurar o Fábio” e que as acusações são infundadas. Segundo ele, Lulinha já entregou ao STF todos os documentos solicitados, incluindo informações bancárias e fiscais.
Defesa descarta mesada a Lulinha
A defesa de Lulinha enfatizou que não há qualquer acusação formal contra ele, uma vez que não foi indiciado em nenhum inquérito policial. O advogado destacou que rumores sobre a vida do filho do ex-presidente, como a posse de uma Ferrari de ouro ou a compra de uma ilha, são invenções que surgem em períodos eleitorais.
“A suspeita de uma mesada já foi descartada. A acusação surgiu apenas de um relato sem provas concretas”, afirmou o advogado.
Além disso, a defesa ressaltou que a Polícia Federal (PF) não encontrou evidências de movimentações financeiras suspeitas relacionadas a Lulinha, após investigar saques, depósitos e declarações de Imposto de Renda.
“Nós já explicamos isso ao Supremo Tribunal Federal, espontaneamente, com documentos e esclarecimentos. É lá que está sendo demonstrada a inocência do Fábio”, completou o advogado.
Advogado cobra explicações de Flávio
No mesmo vídeo em que rebateu as acusações, o advogado de Lulinha também exigiu que Flávio Bolsonaro apresente documentos relacionados ao Banco Master. Ele pediu que o senador divulgue seus dados fiscais e bancários, além de explicar o cancelamento de duas notas fiscais emitidas para uma empresa ligada ao banco.
O advogado ainda mencionou o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que atualmente reside nos Estados Unidos, e pediu que ele autorize a quebra do sigilo bancário do fundo Heaven Gate. Segundo a defesa, Flávio estaria tentando desviar a atenção das reportagens que envolvem seu escritório ao direcionar acusações a Lulinha.











