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Inhotim faz 20 anos com exposições de Dalton Paula, davi de jesus do nascimento e Lais Myrrha

No começo, era tudo mato. Ou, mais precisamente, há exatos 20 anos, quando o empresário e colecionador Bernardo Paz decidiu que sua fazenda nas cercanias de Brumadinho (MG), a 60 km de Belo Horizonte, daria lugar ao que talvez seja, até hoje, o projeto de arte mais ambicioso do país: fazerem sua propriedade um instituto dedicado à arte contemporânea que, duas décadas depois, viria a ser o maior museu do seu segmento a céu aberto de todo o planeta, desbancando o Hakone Open-Air Museum, no Japão, e o Yorkshire Sculpture Park, no Reino Unido, e atualmente integrante da concorrida lista do The New York Times de 52 lugares do mundo para se conhecer – isso sem falar nos seus 330 mil visitantes anuais. “A ideia era forjar não apenas um espaço para exibição de uma coleção particular, como muitos colecionadores mundo afora têm, e sim algo a ser compartilhado em larga escala”, recorda a diretora artística Júlia Rebouças. “Mais do que um museu de um colecionador, de curadores ou de museólogos, Inhotim é um museu de artistas, onde eles têm espaço para uma criação experimental e são os grandes protagonistas”, enfatiza.