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Barriga inchada: os vilões da dieta e os hábitos que geram desconforto

A distensão abdominal, popularmente conhecida como sensação de “barriga inchada”, é

A distensão abdominal, popularmente conhecida como sensação de “barriga inchada”, é um dos desconfortos gástricos mais frequentes na população. Segundo informações da nutricionista Taynara Abreu, do Hospital Mantevida, esse quadro costuma ser o resultado direto do acúmulo de gases no sistema digestório ou de processos de digestão lentos e ineficientes.

O papel da alimentação

Embora muitos alimentos considerados saudáveis façam parte da dieta cotidiana, alguns possuem características que favorecem a fermentação intestinal. De acordo com a especialista, os principais responsáveis pelo estufamento incluem:

  • Leguminosas: feijão, lentilha e grão-de-bico.

  • Crucíferas: brócolis, repolho e couve-flor.

  • Bebidas: itens gaseificados, como refrigerantes e águas com gás, que introduzem ar diretamente no trato digestivo.

  • Gorduras em excesso: alimentos muito gordurosos retardam o esvaziamento do estômago, prolongando a sensação de peso.

Além desses grupos, a nutricionista destaca que a intolerância à lactose é uma causa comum. Quando o organismo não consegue processar o açúcar do leite, a fermentação bacteriana no intestino produz gases e desconforto imediato.

O inchaço é resultado de uma combinação de fatores

Hábitos que agravam o quadro

Nem sempre o problema reside no que se come, mas em como se come. Taynara explica que o ato de falar muito durante as refeições, comer com pressa ou o hábito de mascar chicletes com frequência levam à ingestão excessiva de ar (aerofagia).

O estado emocional também desempenha um papel crucial: o estresse e a ansiedade podem desregular o trânsito intestinal, tornando o abdômen mais propenso a distensões.

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Recomendações para o alívio

Para mitigar o problema, a nutricionista sugere mudanças práticas no cotidiano:

  1. Mastigação lenta: processar bem os alimentos facilita o trabalho do estômago.

  2. Hidratação constante: a água auxilia no fluxo intestinal.

  3. Observação individual: identificar quais alimentos específicos desencadeiam reações em cada indivíduo.

  4. Refeições fracionadas: evitar passar muitas horas em jejum e, em seguida, fazer refeições volumosas.

A especialista reforça que, caso o inchaço seja persistente e acompanhado de dor, a busca por uma avaliação clínica é indispensável para descartar patologias gastrointestinais ou intolerâncias severas.

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