A influenciadora Amanda Kimberlly, mãe da filha de Neymar, tomou uma atitude drástica após sua filha de 2 anos, Helena, ser alvo de ataques nas redes sociais. A situação se intensificou após a festa de aniversário de 5 anos da irmã Mavie, realizada na última quarta-feira (7), quando internautas começaram a disparar comentários ofensivos contra a pequena Helena. Em resposta, Amanda registrou um boletim de ocorrência e solicitou formalmente à plataforma de redes sociais a preservação e o fornecimento de dados dos responsáveis pelos ataques.
Amanda compartilhou sua indignação em uma série de postagens, revelando que vinha recebendo mensagens de ataques há dois dias. “O primeiro passo já foi dado: registramos um Boletim de Ocorrência e, na sequência, foi feito um pedido formal à plataforma para a preservação e o fornecimento dos dados necessários à identificação dos responsáveis, ainda que essas contas venham a ser removidas”, afirmou a influenciadora.
Em seu desabafo, Amanda destacou que, embora críticas a sua pessoa sejam parte da vida pública, não tolerará ataques direcionados à sua filha. “Não gostar de mim é um direito de qualquer pessoa. Discordar de mim, me criticar e até não simpatizar comigo faz parte da vida pública e eu sei lidar com isso. O que não é aceitável e não será tolerado é transformar qualquer sentimento pessoal em ataques direcionados à minha filha”, declarou.
Os comentários ofensivos incluíam insultos diretos à criança, como “bastarda” e insinuações sobre um suposto diagnóstico de autismo. Um dos posts dizia: “Mavie e Mel divando e a outra? Songando!!!! Essa menina claramente tem probleminha….”. Outro perfil chegou a afirmar que Helena era “nascida da fornicação” e a chamou de “bastarda”. Esses ataques não apenas ferem a integridade da criança, mas também refletem uma cultura de desrespeito e intolerância nas redes sociais.
Amanda também revelou que sua equipe jurídica está reunindo provas contra os agressores e que algumas das pessoas responsáveis pelos comentários já foram notificadas formalmente. “Não existe lado certo quando o assunto é atacar uma criança”, enfatizou, considerando as atitudes como inaceitáveis. Ela ainda alertou que perfis que defendem a pequena, mas atacam outras crianças, também serão tratados da mesma forma.
A situação de Helena levanta questões importantes sobre a segurança e o bem-estar das crianças nas redes sociais, especialmente quando são filhos de figuras públicas. O caso de Amanda Kimberlly é um exemplo de como a exposição na internet pode resultar em consequências negativas, não apenas para os adultos, mas também para os mais jovens, que muitas vezes não têm como se defender.
O desabafo de Amanda Kimberlly e suas ações legais podem servir como um alerta para outros pais sobre a necessidade de proteger seus filhos de ataques virtuais. Além disso, a situação destaca a responsabilidade das plataformas de redes sociais em moderar conteúdos e proteger usuários, especialmente aqueles que são vulneráveis, como crianças.
Com a crescente preocupação em torno do cyberbullying e da segurança infantil online, a atitude de Amanda pode incentivar outras mães e pais a tomarem medidas semelhantes ao enfrentarem situações de abuso virtual. A proteção das crianças deve ser uma prioridade, e a sociedade precisa se unir para combater a cultura de ódio que se espalha nas redes sociais.











