Previa: O Paraná projeta uma safra de milho de 17,6 milhões de toneladas para 2025/26, com leve aumento em relação à estimativa anterior. A produção de trigo, por sua vez, permanece estável em 2,36 milhões de toneladas.
O Departamento de Economia Rural (Deral), vinculado à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), revisou para cima a previsão da segunda safra de milho do estado. A nova estimativa de 17,6 milhões de toneladas representa um pequeno aumento em relação ao levantamento anterior, que apontava 17,54 milhões de toneladas.
Apesar do ajuste positivo, a nova projeção ainda indica uma queda de 2% em comparação com a safra do ano passado. Essa redução é atribuída à diminuição da produtividade nas lavouras, um fator que preocupa os produtores locais.
Colheita e área plantada
A colheita da segunda safra de milho no Paraná está apenas começando, com cerca de 3% da área cultivada já colhida até o início desta semana. A expansão da área plantada, que cresceu 3% e totaliza aproximadamente 2,9 milhões de hectares, é um fator que tem ajudado a sustentar o potencial produtivo do estado.
O avanço da colheita nas próximas semanas será crucial para confirmar a performance da produção paranaense, que é vital tanto para o abastecimento interno quanto para as exportações de milho do Brasil.
Produção de trigo e suas perspectivas
Em relação à safra de trigo 2025/26, o Deral manteve a estimativa em 2,36 milhões de toneladas, sem alterações em relação ao levantamento anterior. Essa previsão representa uma queda de 18% em comparação com a safra anterior, refletindo a redução da área cultivada pelos produtores.
A diminuição no cultivo de trigo é resultado de fatores como as condições de mercado e os altos custos de produção, que têm levado os agricultores a repensar seus investimentos na cultura.
Importância do Paraná no cenário nacional
Apesar das expectativas de queda na produção de milho e trigo, o Paraná continua a ser um dos principais estados produtores de grãos do Brasil. As atualizações mensais do Deral são fundamentais para o mercado, cooperativas e agentes da cadeia produtiva, pois influenciam as expectativas de oferta e a formação de preços.
Essas informações são essenciais para o planejamento da comercialização ao longo da safra, destacando a importância do estado no contexto do agronegócio nacional.











