Essa nova geração de testes permite que médicos passem a trabalhar o envelhecimento da pele de maneira preditiva, antecipando alterações antes mesmo que elas se tornem visíveis. “Com essa leitura, o tratamento deixa de ser padronizado e passa a ser direcionado, atuando simultaneamente em diferentes vias biológicas. Isso não só melhora a resposta clínica, como também reduz recidivas, aumenta a durabilidade dos resultados e permite trabalhar de forma mais preventiva”, diz a farmacêutica Maria Eugênia Ayres. A tendência já começa a chegar ao mercado consumidor. O Grupo Boticário, por exemplo, vem explorando iniciativas ligadas à genética e personalização por meio de sua conexão a Genera, reforçando um movimento que aponta para tratamentos cada vez mais individualizados.











