Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Mais orgasmos: por que defender a independência sexual feminina

A independência sexual feminina tem se tornado um tema cada vez mais presente nas discussões sobre autoestima, saúde mental e relacionamentos.

A independência sexual feminina tem se tornado um tema cada vez mais presente nas discussões sobre autoestima, saúde mental e relacionamentos. O conceito está relacionado à liberdade de viver a própria sexualidade de forma consciente, sem culpa ou dependência da validação de outras pessoas. 

Essa autonomia começa no autoconhecimento e na compreensão de que o prazer feminino merece atenção e prioridade. “Quando falamos dessa independência, falamos da mulher ter controle sobre sua sexualidade e consciência de que o sexo é sobre o seu prazer”, comenta a ginecologista e sexóloga Maria Carolina Dalmboni.

1 de 5

O sexo é um dos pilares para uma vida saudável, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS)

PeopleImages/Getty Images

2 de 5

Uma vida sexual ativa e saudável tem impacto direto no bem-estar

Yana Iskayeva/Getty Images

3 de 5

O prazer e o orgasmo liberam hormônios responsáveis pela diminuição do estresse e pela melhora do sono

Getty Images

4 de 5

É possível manter a sexualidade ativa e saudável até a terceira idade

filadendron/Getty Images

5 de 5

No sexo, tudo é liberado desde que com total consentimento de todos os envolvidos e segurança

South_agency/Getty Images

“Isso vem a partir do autoconhecimento e da curiosidade em entender seu papel da sexualidade.” Segundo ela, muitas mulheres ainda carregam bloqueios criados por tabus culturais e pela forma como foram ensinadas a enxergar o sexo ao longo da vida.

Ao contrário da crença popular, a liberdade sexual não significa apenas fazer sexo com qualquer pessoa, se essa for a sua escolha. Independência sexual significa ter confiança em sua sexualidade e em seu “eu sensual”. É, sobretudo, sobre libertar-se das opiniões dos outros e viver de acordo com os próprios princípios.

A sexualidade feminina é sobre autoconhecimento

Outro ponto levantado é a importância da comunicação dentro dos relacionamentos. Expressar vontades e estabelecer limites claros pode melhorar não apenas a vida sexual, mas também a conexão emocional entre parceiros. “Uma mulher sexualmente independente consegue dizer o que gosta, o que não gosta e o que deseja experimentar sem sentir vergonha”, pontua profissional.

“Essa liberdade é útil para escolher relacionamentos saudáveis, para respeitar os próprios limites, e para estar aberta a novas experiências; principalmente, é sobre estar se sentindo bem com seu corpo e mente”, comenta.

1 de 10

O bem-estar sexual é considerado um dos pilares da boa saúde pela OMS

Getty Images

2 de 10

O uso de camisinhas previne, além de gravidez, diversas doenças sexualmente transmissíveis (DSTs)

Getty Images

3 de 10

A atividade sexual deve ser prazerosa em todas as etapas da vida

Larry Williams/Getty Images

4 de 10

Cuidar da saúde sexual é importante para o bem-estar mental, psicológico e emocional

Getty Images

5 de 10

Diariamente, a Pouca Vergonha, coluna de sexo do Metrópoles, traz dicas para melhorar sua vida sexual

George Doyle/Getty Images

6 de 10

O sexo não deve causar dor

Getty Images

7 de 10

Pessoas sexualmente ativas devem fazer exames médicos periodicamente para assegurar a saúde

Getty Images

8 de 10

Brasileiro inicia vida sexual aos 18 anos e tem, em média, 10 parceiros na vida, indica pesquisa conduzida pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP)

Getty Images

9 de 10

O sexo é considerado uma atividade física

Mizuno K/Pexels

10 de 10

A prática traz diversos benefícios. Queima calorias, melhora a autoestima, aumenta a qualidade do sono, diminui o estresse, colabora com a saúde cardiovascular etc.

Adam Kontor/Pexels

Maria Carolina também reforça que a independência sexual não significa ausência de relacionamentos ou rejeição da vida afetiva. Pelo contrário: o conceito envolve construir relações mais equilibradas e saudáveis, nas quais a mulher consiga exercer suas escolhas de maneira segura e respeitada.

Abandonar a culpa e entender o prazer como parte natural da vida são passos fundamentais. “O prazer feminino foi silenciado durante muito tempo. Falar sobre isso é também uma forma de liberdade”, conclui.

0 votos: 0 positivos, 0 negativos (0 pontos)

Deixe uma resposta