Já para os jardins do museu em Curitiba, onde o projeto nasceu há dois anos, a seleção de esculturas vem ganhando reforço ao longo do tempo, pensando em outras questões expositivas e outros públicos. “Curitiba, hoje, está mais dedicada para as crianças, e Vila Velha está mais conectada com questões poéticas, traçando um diálogo com o espírito da natureza”, explica Pottier. “Mas de uma maneira de mostrar, ao ar livre, como a arte pode se integrar no dia a dia dessa vida”, emenda o curador. “Não estamos tentando fazer uma cópia do espírito forte da arquitetura de Oscar Niemeyer, mas, ao contrário, a ideia é pensar em um projeto para o público ao ar livre, com uma proposta mais pop”, completa.











