Para sua estreia no evento, Diana elegeu um look do estilista britânico John Galliano. Na série documental In Vogue: The 90s, o profissional reviveu o processo criativo no Palácio de Kensington. “Foi como uma bênção. Quer dizer, tipo, uau”, lembrou Galliano. “Fomos ao Palácio de Kensington e discutimos desenhos. Eu estava tentando insistir no rosa, mas ela não aceitou. ‘Não, rosa não!’ Foi muito, muito divertido.”
O evento aconteceu em dezembro de 1996, meses após o divórcio oficial de Diana e do então Príncipe Charles. O novo status de liberdade da princesa manifestou-se de forma inesperada a caminho do museu. Galliano recorda que, após provas perfeitas, foi surpreendido ao vê-la desembarcar do carro: “Fizemos o vestido e os ajustes seguintes, e ficou lindo. Avançando para o evento, eu me lembro dela saindo do carro. Eu não conseguia acreditar. Ela tinha arrancado o espartilho.”
“Essa semente de Anna, de nunca ter podido receber a Princesa Diana no Met, e sua visão de como deveria ser — digno de uma princesa — foi o que a motivou de 1996 até hoje. Ela assumiu o Baile do Costume Institute como um projeto pessoal”, revelou Filipa Fino, ex-diretora da Vogue americana, ao Daily Mail.




